Glossário
Cofundador técnico (cofundador de software)
Um cofundador técnico, às vezes chamado de cofundador de software, é um sócio que constrói e assume o lado de tecnologia de um produto em troca de uma participação no negócio, em vez de cobrar pelo desenvolvimento como fornecedor.
A diferença para contratar uma agência
Uma agência é paga para entregar um escopo: ela orça, constrói, fatura e parte para o próximo cliente. Um cofundador técnico é pago em resultado. Se o produto fracassa, a participação não vale nada, então o cofundador tem um motivo real para questionar o escopo, cortar o que não vai importar e ficar pelos anos pouco glamourosos de manutenção e iteração que vêm depois do lançamento.
A relação também sobrevive à primeira versão. Um contrato de agência termina na entrega; um cofundador é dono do roadmap de tecnologia enquanto a empresa existir.
O que o fundador cede e o que ganha
O fundador cede participação societária, e com ela parte do ganho futuro e parte do controle sobre decisões técnicas. Em troca, o custo em dinheiro para construir cai drasticamente, a tecnologia ganha um dono em vez de um fornecedor, e os incentivos de quem escreve o código ficam alinhados com a sobrevivência do negócio, não com horas faturáveis.
A troca vale a pena quando dinheiro é mais escasso do que participação e quando o produto vai precisar de julgamento técnico contínuo, não apenas de uma construção inicial.
Como a Cazullo aplica isso
Para produtos selecionados, a Cazullo constrói a custo reduzido e entra como cofundadora técnica, recebendo participação em vez do valor integral. Como um papel de cofundador é um compromisso longo, a Cazullo assume um número pequeno dessas parcerias por ano, e apenas em produtos nos quais acredita tanto no mercado quanto no fundador.
